domingo, 26 de junho de 2016

MBL humilha Reinaldo Azevedo

Aqui em nosso portal, não nos furtamos em criticar duramente o MBL.
Sim, nossas críticas se devem por acreditarmos que nós, o Voltemos à Direita e o MBL possuímos expectativas distintas em relação ao futuro do Brasil.
Enquanto defendemos um Brasil mais à direita, enxergamos que o MBL defende um país mais ao centro.
Em nossa opinião, situar-se no centro ideológico da política, em nada difere de se declarar, um esquerdista.
O MBL não está sozinho nesse particular.
Semelhante a Kim Kataguiri e Cia, estão boa parte de influentes colunistas e formadores de opinião da nossa imprensa. Criticam o PT, mas repudiam qualquer aproximação com a direita conservadora. É nesse grupo que se encontra Reinaldo Azevedo, um dos mais alinhados e defensores do MBL.
Sobre Azevedo, suas recorrentes posições contrárias ao emergente refortalecimento do pensamento conservador em nosso país, que conta com nomes como os de Bolsonaro e Olavo de Carvalho, decepcionou e continua a decepcionar um número cada vez maior de leitores.
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Custo Brasil: A verdadeira herança do PT

O Brasil acordou nessa quinta-feira com mais uma ação contra a corrupção. Trata-se da Operação Custo Brasil que já chegou chegando e decretou a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, marido da narizinho vermelho, senadora Gleisi Hoffmann.
Da entrevista coletiva dada por representantes do Ministério Público, Policia Federal e Receita Federal, destaco a fala do procurador Andrey Mendonça. Abaixo, fizemos a transcrição da fala do procurador. Sua leitura, amparada nos fatos, mostra a real herança que treze anos de petismo deixa ao país. Leiam:
“… Cem milhões de reais foram desviados, de funcionários públicos e pensionistas endividados, que se privaram de medicamentos e de suas necessidades básicas, para abastecer os cofres de corruptos.
Então, isso, não pode, agente não pode admitir que isso passe a ser o custo Brasil. Não se pode admitir que isso seja natural, o custo Brasil. Isso tem que nos causar indignação, isso não pode ser algo natural na nossa sociedade.
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Somos todos Bolsonaro

Centenas de milhares de pessoas se solidarizam com o deputado Jair Bolsonaro. Homens e mulheres.
As feminazis e os trogloditas de plantão da extrema esquerda ficam alucinados que mulheres, de todas as classes sociais e de todas as idades, saiam em defesa de Bolsonaro.
Para quem não sabe, Jair Messias Bolsonaro virou réu no STF acusado de apologia ao crime de estupro e injúria.
Fizemos ontem um pequeno comentário e reiteramos seu conteúdo. A acusação não tem base.
Bolsonaro pode ser condenado a pena de 6 a 10 anos de reclusão. É o que diz o código penal em seu artigo 213.
Acontece que o referido artigo não deixa margem para dúvidas ao tipificar o crime:Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso.
Sob qualquer ponto de vista, a fala do deputado não se enquadra nesse ponto.
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O golpe do STF: Bolsonaro vira réu pelo que não disse

STF quer censurar Bolsonaro. Isso é golpe! É assim que poderíamos resumir a questão.
O deputado federal Jair Bolsonaro, um dos mais duros críticos da esquerda e com chances reais de sair-se candidato à Presidente da República em 2018, tornou-se réu no STF. A acusação que pesa contra o deputado é a de incitação ao estupro e injúria.
As denúncias nasceram de sua fala direcionada à Maria do Rosário, ao afirmar que JAMAIS a estupraria porque ela NÃO merecia.
É claro que Bolsonaro precisará tomar cuidado redobrado com cada fala sua. Artimanhas e armadilhas serão montadas unicamente com o fim de “pegá-lo”. Esse é o caso explícito desta ação.
Tudo bem que ele seja execrado pela esquerda. Mas, que fique claro, a acusação que lhe fazem, não tem base.
É estúpido e rasteiro perguntar a Bolsonaro se alguma mulher merece ser estuprada.
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Esquerdistas: os masoquistas do bem

Será que não estamos pegando muito pesado com a esquerda? Essa gente nobre e abnegada, com seu velho discurso de pretensas boas intenções? Esses trombeteadores de um mundo melhor, cuja possibilidade está em nossas mãos, desde que cedamos tudo a eles?
Vamos colocar nossas mãozinhas capitalistas na consciência e refletir um pouco. Será que estamos tão certos e eles tão errados? Passamos tanto tempo correndo atrás de nossa sobrevivência, trabalhando, empreendendo, gerando riqueza para nós e para a sociedade como um todo, enquanto os esquerdistas estão numa luta ferrenha, tendo que viver nesta sociedade regida pelo capital que eles tanto detestam!
Os europeus chegaram em nossas terras tão puras em seus galeões opressores e nos fizeram escravos dessa coisa nefanda que é o comércio. Agora somos todos obrigados a ter coisas que são nossas, conquistadas por nosso suor. Mundo terrível controlado pelo vil “capital”!
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Plebiscito no Reino Unido: Como votaria Thatcher?

Daqui a pouco os britânicos decidirão se vão permanecer na União Europeia ou se cairão fora. E a pergunta que lanço é: Como votaria Margaret Thatcher?
A disputa entre os ‘Brexit’, aqueles que apoiam a saída, e os ‘Bremain’, que desejam permanecer, está acirrada. Nesse momento, é impossível cravar um veredicto, não obstante, se observam fortes declarações contra a saída da inglesa do bloco.
As manifestações publicas para influenciar no plebiscito que pode por em cheque o futuro do bloco, é semelhante a outra. Às corriqueiras manifestações contra Donald Trump.
Nesse momento, não irei fazer nenhuma analise aprofundada dos prós e contras da união europeia.
Não falarei do aumento de influência do multiculturalismo, nem dos desequilíbrios fiscais entre os países membros. Também não falarei das benesses de sentir-se, literalmente, um cidadão europeu. É a grande pátria mãe!
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terça-feira, 21 de junho de 2016

Pancadão da PUC e a cultura da bestialidade

Não sei como anda o prestigio atual da PUC, mas, tudo nos leva a crer que por lá, a medida do prestigio não se dá pelas discussões filosóficas.
Também não se deve à indicação de alguma autoridade para o Prêmio Nobel, não.
Atualmente, o prestigio da Pontifícia Universidade Católica é medido pelo número de frequentadores do Pancadão da PUC.
Não se enganem, amigos, o “Pancadão” tem a chancela da PUC. Se não é institucional, é uma chancela de “espirito”.
Quando foi noticiado o estupro coletivo da jovem adolescente no Rio de Janeiro, escrevemos um post nos solidarizando com a vitima.
O que pontuamos nada teve haver com o que se viu nos principais jornais: “discussões” e “repúdios” a “cultura do estupro”.
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